
Companhias buscam maneira mais agradável de simular situações do cotidiano profissional
André Sartorelli, do R7
ReproduçãoFoto por Reprodução
Para treinar funcionários que trabalham nas cabines de pedágio, uma concessionária de rodovias criou um game com perguntas e respostas
Algumas produtoras que desenvolvem games apostam em um segmento um pouco diferente dos tradicionais jogos para o usuário final, geralmente focados na diversão e no desafio. Os businness games ou serious games (jogos empresariais e jogos sérios, em português) são desenvolvidos para treinar funcionários ou ajudar as empresas a simular situações.
A vantagem é que o aprendizado se torna muito mais fácil por envolver um recurso que vai além dos tradicionais cursos de treinamento.
O empresário Sunami Chun, criador da rede Monkey de LAN houses, é um dos sócios da Aennova, empresa especializada em produzir jogos personalizados e prestar consultoria em e-learning (ensino virtual). Ele resolveu investir no negócio depois de pesquisar o assunto na Coreia. Na lista de clientes constam Coca-Cola, Natura, Atlas Schindler, Bovespa e Porto Seguro. O faturamento previsto para 2010 é de R$ 4 milhões.
Winston Petty, presidente da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) diz que a tendência é que o mercado de jogos empresariais cresça nos próximos anos.
- A expectativa é que as novas mídias, os recursos audiovisuais, comecem a substituir ou dividir espaço com os métodos tradicionais de ensino e de jogos. As empresas se beneficiam disso porque desejam treinamentos mais ágeis e eficientes.
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